As duas tiram os pijamas rápido e colocam calças e blusas e tênis. Em menos de 5 minutos elas já tava trocadas. Amarram o cabelo e colocaram as bolsas que haviam colocado as coisas da praia na costa. As coisas daquela bolsa poderia ser util, pois tinha barras de cereais, bolachas, salgadinhos, isqueiro, lanterna, algumas roupas , que não eram muitas, coisa de higiene, cobertor fininho, águas, chocolates. Aquilo ajudaria bastante. Cada uma tava com uma bolsa contendo estes itens. Ela tiveram sorte de ter colocado tudo aquilo na bolsa e deixado no quarto.
-Ei Ary olha meu guarda-chuva ta aqui dá pra gente desmonta ele e usa.
-Você ta pensando em sair pela porta do meu quarto?
-Sim, porque?
-Ela vai acaba derrubando essa porta, não vai da tempo, e se ela apenas esteja possuída, ou louca, não podemos julgar que minha mãe seja um zumbi. Vamos sair pela janela, já que não tem grade.
As duas abriram a janela e pularam, bem nessa hora um carro havia parado em frente a casa de Ary. Era Luca e Dandim de carro. Luca abriu a janela do carro e gritou.
-Anda logo!
Elas correram e estraram no carro. Beijaram os rostos de seus namorados e meio ofegantes tentaram falar entre eles mais foram impedidos por um forte barulho. É que um avião bateu num prédio e depois caiu fazendo um enorme barrulho. O avião havia caído a dois quarteroes deles. Nisso a mãe de Ary saiu da casa por causa do barulho e começou a bater no vidro do carro. Mas uma peça de metal, de aproximadamente de três toneladas bateu no capo do carro e na mãe da Ary. A frente do carro fico completamente amassada.
Sorte que não atingiu o Luca e o Dandim. Bom a mãe de Ary tava compretamente esmagada embaixo daquela peça de metal que tinha voado do avião que havia caído.
-Meninas vamos ter que ir a pé.
-Vamos na minha casa, minha mãe ta lá.
-então vamos !
Os quatros saíram correndo pelas ruas. No caminho tinha pessoas correndo, pessoas iguais a mãe de Ary, carros parados, uns colidindo com alguns, fumaça, etc. Chegando na casa de Sara os quatros entram pela sala, e vão ate o corredor que dá acesso ao sótão , e subiram no sótão. Sara abraço sua mãe e sua irmãzinha de apenas 12 anos.
Eles param para respirar. E Sara perguntou.
-Luca me conta oque aconteceu.
-Amor eu estava indo na casa do Dandim e escutei gritos e notei umas pessoas andando lerdo, mais ele entro no carro e estávamos indo no mercado comprar umas coisinhas pra levar para praia. Só que vimos carros batendo e um monte de gente correndo, ai tentamos ligar pra vocês só que deu caixa postal. Ai mandamos aquela mensagem. Foi difícil mas chegamos aqui.
-E você mãe, como fico sabendo?
-Um moço aperto a campainha pedindo ajuda, o braço dele tava sangrando e ele pediu ajuda, só que apareceu uma mulher de vestido e mordeu ele. Começo a tira pedaços. Foi daí que entrei com medo, e não demoro 5 minutos disso você me ligo, ai reuni umas coisas enquanto deu tempo e subi com sua irmã aqui.
Todos se entreolharam e Sara falou.
-O que vamos fazer?
Dandim falou meio que brincando.
-Ué vamos desce pra praia, isso não vai nós impidir.
Todos olharam com uma cara para o Dandim para de brincadeira. Mas Sara falou.
-Ta ai uma boa idéia.
Todos falaram juntos.
-O que ?
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
8°Capitulo- Virus Mortal S & A
Sara estava com sua amiga Ariele mais conhecida como Ary, na sua casa. Ary foi até a casa da Sara para elas conversarem sobre a viagem que as duas faria no dia seguinte. Isso mesmo, eu falei fariam, logo, logo vocês já iram saber o por que.
Bom, Ary tava na casa de Sara.
-Sara ta tudo pronto para você ir dormi lá em casa?
. -Ta sim. Não vejo a hora de a gente descer pra praia.
-Também não vejo a hora... Então vamos lá em casa.
A casa das duas era quase perto, apenas cinco ruas separava a casa uma da outra. Elas pegaram e foram ate a casa de Ariele, pois no dia seguinte elas iriam descer para a praia. Sara se despediu de sua mãe e de seu irmão e saiu
O trajeto demorou apenas 6 minutos. Já estava de noite. Chegando à casa de Ary as duas foram direto para o quarto dormi, pois no dia seguinte seus namorados estariam lá para buscar-las para descer pra praia.
Bom a Sara era uma menina de pele bem branquinha, quase igual um queijo, ela teria que se lambuza de protetor solar, ela tinha cabelos castanho até a altura dos ombros, e olhos verdes. Uma menina considerada inteligente. Já Ary era morena, essa não teria de se preocupar com protetores, ela era uma morena muito bonita, tinha cabelos até a cintura cacheados, olhos castanhos. E considerada uma menina muito alegre, agitada, e esperta. As duas eram amigas há uns seis anos, elas tinham 15 anos, a única diferença era que uma fazia aniversario no mês de novembro e a outra em junho. Lembra dos dois namorados que eu acabei de falar a pouco? Então, o namorado de Sara era um rapaz um pouco, mas velho, tinha 17 anos, quase para completar 18, ele que iria dirigir o carro que levariam eles quatro pra praia, seu nome era Luca. O namorado da Ary tinha 16 anos, e é amigo de Luca, pois os dois jogam futebol nos fim de semana junto, seu nome era... Ops o apelido dele era Dandim, ao certo ele não fala seu nome verdadeiro pra ninguém, pois é muito complicado. Pois bem, os garotos tinham combinado com as meninas de pega-las as 09h20min da manhã.
As duas dormiram juntas no mesmo quarto. No dia seguinte, e tão esperado dia, Ary acordo as 08h20min da manhã e estranho uma coisa. e resolveu acorda Sara.
-Sara? Acorda! Você ta escutando esse barulho?
Sara acordo meio sonolenta.
-Mais ou menos.
-Estranho, agora é 08h20min da manhã era para nos ta sozinha. Eu tinha escutado o portão bate, e ouvi um grito abafado e agora esse barulho esquisito.
Ao certo a Ary tava certa. Pois era sexta feira, e sua irmã era pra ta na escola as 08h00min da manha, sua mãe devia ter ido para o centro, e seu pai só chegaria do trabalho às 11h30min.
-Ary tem alguém ai no corredor!
Como a porta estava fechada, elas não sabiam oque estava ali no corredor.
-Sara e se for ladrão?
-Não sei, mas vamos dá uma olhada, às vezes deve ser sua gata aprontando algo ou sua irmã não foi na escola, sei lá.
As duas ainda de pijama andaram em direção a porta. Quando a Ary abriu a porta as duas olharam para a direita e não vira nada só uma porta encostada. Ainda uma atrás da outra olharam para a esquerda e levaram um verdadeiro susto. A irmã de Ary de cinco anos estava deitada no chão com o uniforme da escola, e sua mãe estava em cima comendo a barriga da irmã da Ary. Muito apavorada por ter visto aquela cena a Ary gritou.
-Mãe!
A criatura que parecia com sua mãe virou para a direção das duas meninas, se levantou e começou a se arrastejar em direção a elas. Ela estava com parte do braço totalmente devorado, seus olhos tinham a cor esverdeada com um branco. As duas meninas se trancaram no quarto. Chorando e em choque elas tentam pensar.
-Sara minha mãe oque será que aconteceu com ela?
-Ary ela parece ta possuída, sei lá, mas ta me deixando com medo.
-Ta mais para filme de zumbi.
-Verdade, será que é zumbi?
-Não sei eu só queria não ter visto aquilo.
Nesse momento elas escutam um barulho na porta e grunhidos.
-Sara acho melhor ligar pros meninos.
Sara pego o celular e vê cinco ligações perdidas, e uma mensagem de texto.
-Bosta eles tentaram ligar para a gente só que tava no mudo.
-Tenta liga.
Sara tento liga mais...
-Não ta dando sinal de nada. Espera vou vê a mensagem deles.
Na mensagem estava escrito o seguinte:
MENINAS ALGO DE ESTRANHO TA ACONTECENDO! A CIDADE TA UM CAOS, ESTAMOS INDO AI, NÃO SAIAM DAÍ!
-Bom eles mandaram essa mensagem há vinte minutos.
-Vamos esperar eles.
As duas sentam na cama choram desesperadas, e o barulho da porta não para.
-Sara era para minha mãe ter levado a minha irmã na escolinha. É pertinho daqui. Oque pode ter acontecido?
-Acho que no meio do caminho algo deve ter acontecido com sua mãe, e ela tento traze sua irmã para casa. Bom é melhor nós não pensar nisso. Vou tenta liga pra minha mãe.
-Mas não tava dando sinal?
-Acho que para fixo deve dar pelo menos sinal.
Sara tenta ligar, mas logo consegue falar com sua mãe. O sinal é fraco mais dá para elas se falarem.
A mãe de Sara se chamava Ana e sua irmã se chamava Priscila. Sua mãe tinha cabelos loiros, e olhos castanhos bem claro, tinha 35 anos e era separada a cerca de quatro anos de seu marido, pai da Sara, chamado Carlos. Sua irmã Priscila tinha 10 anos e era filha adotiva dês dos oito anos, ela tinha cabelos pretos até a cintura e era morena.
Então Sara escuta do outro lado da linha sua mãe falando.
-Filha onde você ta?
-To na casa da Ary, a senhora ta bem?
-Sim, você ficou sabendo oque ta acontecendo?
-Mais ou menos nós vimos à mãe da Ary comendo a irmã dela. Mas mãe, eu e ela ta mos esperando os meninos virem buscar a gente, fique no sótão (pequeno quartinho no telhado) que a gente vai ai.
E o sinal cai.
-Bom espero que ela tenha ouvido.
Bom, Ary tava na casa de Sara.
-Sara ta tudo pronto para você ir dormi lá em casa?
. -Ta sim. Não vejo a hora de a gente descer pra praia.
-Também não vejo a hora... Então vamos lá em casa.
A casa das duas era quase perto, apenas cinco ruas separava a casa uma da outra. Elas pegaram e foram ate a casa de Ariele, pois no dia seguinte elas iriam descer para a praia. Sara se despediu de sua mãe e de seu irmão e saiu
O trajeto demorou apenas 6 minutos. Já estava de noite. Chegando à casa de Ary as duas foram direto para o quarto dormi, pois no dia seguinte seus namorados estariam lá para buscar-las para descer pra praia.
Bom a Sara era uma menina de pele bem branquinha, quase igual um queijo, ela teria que se lambuza de protetor solar, ela tinha cabelos castanho até a altura dos ombros, e olhos verdes. Uma menina considerada inteligente. Já Ary era morena, essa não teria de se preocupar com protetores, ela era uma morena muito bonita, tinha cabelos até a cintura cacheados, olhos castanhos. E considerada uma menina muito alegre, agitada, e esperta. As duas eram amigas há uns seis anos, elas tinham 15 anos, a única diferença era que uma fazia aniversario no mês de novembro e a outra em junho. Lembra dos dois namorados que eu acabei de falar a pouco? Então, o namorado de Sara era um rapaz um pouco, mas velho, tinha 17 anos, quase para completar 18, ele que iria dirigir o carro que levariam eles quatro pra praia, seu nome era Luca. O namorado da Ary tinha 16 anos, e é amigo de Luca, pois os dois jogam futebol nos fim de semana junto, seu nome era... Ops o apelido dele era Dandim, ao certo ele não fala seu nome verdadeiro pra ninguém, pois é muito complicado. Pois bem, os garotos tinham combinado com as meninas de pega-las as 09h20min da manhã.
As duas dormiram juntas no mesmo quarto. No dia seguinte, e tão esperado dia, Ary acordo as 08h20min da manhã e estranho uma coisa. e resolveu acorda Sara.
-Sara? Acorda! Você ta escutando esse barulho?
Sara acordo meio sonolenta.
-Mais ou menos.
-Estranho, agora é 08h20min da manhã era para nos ta sozinha. Eu tinha escutado o portão bate, e ouvi um grito abafado e agora esse barulho esquisito.
Ao certo a Ary tava certa. Pois era sexta feira, e sua irmã era pra ta na escola as 08h00min da manha, sua mãe devia ter ido para o centro, e seu pai só chegaria do trabalho às 11h30min.
-Ary tem alguém ai no corredor!
Como a porta estava fechada, elas não sabiam oque estava ali no corredor.
-Sara e se for ladrão?
-Não sei, mas vamos dá uma olhada, às vezes deve ser sua gata aprontando algo ou sua irmã não foi na escola, sei lá.
As duas ainda de pijama andaram em direção a porta. Quando a Ary abriu a porta as duas olharam para a direita e não vira nada só uma porta encostada. Ainda uma atrás da outra olharam para a esquerda e levaram um verdadeiro susto. A irmã de Ary de cinco anos estava deitada no chão com o uniforme da escola, e sua mãe estava em cima comendo a barriga da irmã da Ary. Muito apavorada por ter visto aquela cena a Ary gritou.
-Mãe!
A criatura que parecia com sua mãe virou para a direção das duas meninas, se levantou e começou a se arrastejar em direção a elas. Ela estava com parte do braço totalmente devorado, seus olhos tinham a cor esverdeada com um branco. As duas meninas se trancaram no quarto. Chorando e em choque elas tentam pensar.
-Sara minha mãe oque será que aconteceu com ela?
-Ary ela parece ta possuída, sei lá, mas ta me deixando com medo.
-Ta mais para filme de zumbi.
-Verdade, será que é zumbi?
-Não sei eu só queria não ter visto aquilo.
Nesse momento elas escutam um barulho na porta e grunhidos.
-Sara acho melhor ligar pros meninos.
Sara pego o celular e vê cinco ligações perdidas, e uma mensagem de texto.
-Bosta eles tentaram ligar para a gente só que tava no mudo.
-Tenta liga.
Sara tento liga mais...
-Não ta dando sinal de nada. Espera vou vê a mensagem deles.
Na mensagem estava escrito o seguinte:
MENINAS ALGO DE ESTRANHO TA ACONTECENDO! A CIDADE TA UM CAOS, ESTAMOS INDO AI, NÃO SAIAM DAÍ!
-Bom eles mandaram essa mensagem há vinte minutos.
-Vamos esperar eles.
As duas sentam na cama choram desesperadas, e o barulho da porta não para.
-Sara era para minha mãe ter levado a minha irmã na escolinha. É pertinho daqui. Oque pode ter acontecido?
-Acho que no meio do caminho algo deve ter acontecido com sua mãe, e ela tento traze sua irmã para casa. Bom é melhor nós não pensar nisso. Vou tenta liga pra minha mãe.
-Mas não tava dando sinal?
-Acho que para fixo deve dar pelo menos sinal.
Sara tenta ligar, mas logo consegue falar com sua mãe. O sinal é fraco mais dá para elas se falarem.
A mãe de Sara se chamava Ana e sua irmã se chamava Priscila. Sua mãe tinha cabelos loiros, e olhos castanhos bem claro, tinha 35 anos e era separada a cerca de quatro anos de seu marido, pai da Sara, chamado Carlos. Sua irmã Priscila tinha 10 anos e era filha adotiva dês dos oito anos, ela tinha cabelos pretos até a cintura e era morena.
Então Sara escuta do outro lado da linha sua mãe falando.
-Filha onde você ta?
-To na casa da Ary, a senhora ta bem?
-Sim, você ficou sabendo oque ta acontecendo?
-Mais ou menos nós vimos à mãe da Ary comendo a irmã dela. Mas mãe, eu e ela ta mos esperando os meninos virem buscar a gente, fique no sótão (pequeno quartinho no telhado) que a gente vai ai.
E o sinal cai.
-Bom espero que ela tenha ouvido.
7° Capitulo- Virus Mortal
-E agora gente?
Perguntou o Rodrigo...
-Bom, deixa eu pensar - Disse a Nataly-
Rodrigo me empresta seu celular.
-O que você vai faze com meu celular?
-Me empresta.
Nataly pegou o celular e começo a mexer, colocou na cama de e um dos quartos com o cobertor por cima.
-Vamos ali se esconde atras da parede que fica proximo da porta.
-Oque você ta fazendo?
-Obeseve.
Nisso Nataly olhou o relogio que estava no seu pulso e abriu a porta, e correu onde eu,Rodrigo e Antonio estavamos.
Os infectados entraram e pararam no meio da sala. Nisso começou a tocar o celular lá no quarto, e corremos pela porta a fora.
Chegar no terreo foi dificil, teve varias coisas que ocorreu. Mas vou começar a contar uma historia de duas meninas chamadas Sara e Ary para minha historia dar sentido e vocês entenderem.
Perguntou o Rodrigo...
-Bom, deixa eu pensar - Disse a Nataly-
Rodrigo me empresta seu celular.
-O que você vai faze com meu celular?
-Me empresta.
Nataly pegou o celular e começo a mexer, colocou na cama de e um dos quartos com o cobertor por cima.
-Vamos ali se esconde atras da parede que fica proximo da porta.
-Oque você ta fazendo?
-Obeseve.
Nisso Nataly olhou o relogio que estava no seu pulso e abriu a porta, e correu onde eu,Rodrigo e Antonio estavamos.
Os infectados entraram e pararam no meio da sala. Nisso começou a tocar o celular lá no quarto, e corremos pela porta a fora.
Chegar no terreo foi dificil, teve varias coisas que ocorreu. Mas vou começar a contar uma historia de duas meninas chamadas Sara e Ary para minha historia dar sentido e vocês entenderem.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
6° Capitulo- Virus Mortal
Bem nessa hora escutamos um estrondo, era o Marcelo. Ele havia estourado o portão com o carro. Ele entrou com dois homens enormes e agarram minha irmã. Tentamos impedir mais não conseguimos, eles eram fortes. Então Nataly gritando deixo cai um papel de seu bolso e pisco. Na hora aquilo foi uma piscada. Eles entraram no carro e saíram raspando pneu.
Minha mãe chorando disse.
-Minha filha!
Peguei o papel e li. No bilhete estava escrito o seguinte.
SABIA QUE ELE VIRIA ATRAS DE MIM , POIS EU SOU IMUNE AO VIRUS, E PORTANTO EU SOU O ANTIDOTO DESSE VIRUS. POSSO ESTAR ENGANADA, MAS SE ELE TIVER ME PEGADO E VOCES TIVEREM LENDO ESTE BILHETE, ACHO QUE ELE ME LEVARA AO PREDIO B2 DO CENTRO NO ENCONTRO DAS AVENIDAS AGUAPOLIS E TONIS NO ULTIMO ANDAR.
-Temos que ir ajudar ela!
-Vamos lá então.
Os cinco entram no carro e vão em direção ao centro. Há dificuldade em chegar lá pois as ruas estão tomadas por carros. Chegando ao prédio B2. Rodrigo, Antonio, e eu descemos do carro e minha mãe e a Karol ficou no carro pois era perigoso. Entramos no prédio. No chão havia sangue, vidro quebrados, que deveria ter sido quebrado da guarita da recepção.
Tentamos subir pelo elevador mais na hora que abriu havia um infectado comendo as tripas de um senhor, que aparentava ter seus 40 anos. Com o barulho da porta se abrindo o infectado se virou na nossa direção, e deixou pedaços de tripas caírem de sua boca.
Antonio pegou o machado que havia pegado no carro e tacou na cabeça do infeliz que caiu com a cabeça cortada.
De repente escutamos barulho, corremos se esconder atrás da escadaria principal e olhando de canto vimos uma mulher correndo escadaria abaixo, atrás dela havia cerca de uns dezessete infectados, ela correu rua abaixo. Aproveitamos e subimos escadaria acima. Foram dez andares cansativos, a cada andar escutávamos gritos e barulhos, mas conseguimos chegar no ultimo andar.
Lá no ultimo andar havia uma cobertura grande, Rodrigo taco porta abaixo e entramos Nataly deitada numa espécie de maca com algemas. Na boca dela havia uma fita. Tiramos a fita e ela pode falar.
-Ainda bem que vocês vieram!
-Nataly como você sabia que ele viria para cá?
-Bom o vírus que eu criei com o Marcelo era para curar qualquer tipo de doença, só que numa pesquisa descobri que eu era imune a esse vírus. Esse vírus nunca conseguiria me contaminar, é uma pouca porcentagem de pessoas com essa imunidade. Eu sabia que ele iria atrás de mim, porisso já me precavi com aquela carta. Será que tem como vocês tirarem eu daqui?
-Onde está o Marcelo?
-Ele saiu com os capangas dele. Levo uma amostra do meu sangue, aqui é a cobertura dele e meio um centro de tortura, ele era cheio de pega prostitutas, mendingos, idosos na ruas, e trazer para cá e fazer experiências, mas nunca dava certo pois tinha que ser feita primeiro com animas, pois eles contem um reagente natural, e lá onde a gente tava eu fazia meu experimentos, só que descobri que num descuido ele acrecentou uma substancia sem querer, mas tenho que ver isso direito - ela parou e vez uma cara de dor, pois as algemas estavam machucando ela – Tem como vocês tirarem eu daqui?
-Cade a chave ?
-Ta ali na gaveta Feh.
Abri a gaveta e vi vários papeis e documentos, tirei a Nataly dela, mas justo nessa hora caiu um maquinário e vez um estrondo , logo em seguida escutamos um barulho na porta. Olhamos pelo olho mágico e vimos cerca de uns 20 infectados.
-E agora gente?
Perguntou o Rodrigo...
Continua poresta semana. Desculpa por não ter colocado o capitulo no blog pois eu tinha ido viajar .
Minha mãe chorando disse.
-Minha filha!
Peguei o papel e li. No bilhete estava escrito o seguinte.
SABIA QUE ELE VIRIA ATRAS DE MIM , POIS EU SOU IMUNE AO VIRUS, E PORTANTO EU SOU O ANTIDOTO DESSE VIRUS. POSSO ESTAR ENGANADA, MAS SE ELE TIVER ME PEGADO E VOCES TIVEREM LENDO ESTE BILHETE, ACHO QUE ELE ME LEVARA AO PREDIO B2 DO CENTRO NO ENCONTRO DAS AVENIDAS AGUAPOLIS E TONIS NO ULTIMO ANDAR.
-Temos que ir ajudar ela!
-Vamos lá então.
Os cinco entram no carro e vão em direção ao centro. Há dificuldade em chegar lá pois as ruas estão tomadas por carros. Chegando ao prédio B2. Rodrigo, Antonio, e eu descemos do carro e minha mãe e a Karol ficou no carro pois era perigoso. Entramos no prédio. No chão havia sangue, vidro quebrados, que deveria ter sido quebrado da guarita da recepção.
Tentamos subir pelo elevador mais na hora que abriu havia um infectado comendo as tripas de um senhor, que aparentava ter seus 40 anos. Com o barulho da porta se abrindo o infectado se virou na nossa direção, e deixou pedaços de tripas caírem de sua boca.
Antonio pegou o machado que havia pegado no carro e tacou na cabeça do infeliz que caiu com a cabeça cortada.
De repente escutamos barulho, corremos se esconder atrás da escadaria principal e olhando de canto vimos uma mulher correndo escadaria abaixo, atrás dela havia cerca de uns dezessete infectados, ela correu rua abaixo. Aproveitamos e subimos escadaria acima. Foram dez andares cansativos, a cada andar escutávamos gritos e barulhos, mas conseguimos chegar no ultimo andar.
Lá no ultimo andar havia uma cobertura grande, Rodrigo taco porta abaixo e entramos Nataly deitada numa espécie de maca com algemas. Na boca dela havia uma fita. Tiramos a fita e ela pode falar.
-Ainda bem que vocês vieram!
-Nataly como você sabia que ele viria para cá?
-Bom o vírus que eu criei com o Marcelo era para curar qualquer tipo de doença, só que numa pesquisa descobri que eu era imune a esse vírus. Esse vírus nunca conseguiria me contaminar, é uma pouca porcentagem de pessoas com essa imunidade. Eu sabia que ele iria atrás de mim, porisso já me precavi com aquela carta. Será que tem como vocês tirarem eu daqui?
-Onde está o Marcelo?
-Ele saiu com os capangas dele. Levo uma amostra do meu sangue, aqui é a cobertura dele e meio um centro de tortura, ele era cheio de pega prostitutas, mendingos, idosos na ruas, e trazer para cá e fazer experiências, mas nunca dava certo pois tinha que ser feita primeiro com animas, pois eles contem um reagente natural, e lá onde a gente tava eu fazia meu experimentos, só que descobri que num descuido ele acrecentou uma substancia sem querer, mas tenho que ver isso direito - ela parou e vez uma cara de dor, pois as algemas estavam machucando ela – Tem como vocês tirarem eu daqui?
-Cade a chave ?
-Ta ali na gaveta Feh.
Abri a gaveta e vi vários papeis e documentos, tirei a Nataly dela, mas justo nessa hora caiu um maquinário e vez um estrondo , logo em seguida escutamos um barulho na porta. Olhamos pelo olho mágico e vimos cerca de uns 20 infectados.
-E agora gente?
Perguntou o Rodrigo...
Continua poresta semana. Desculpa por não ter colocado o capitulo no blog pois eu tinha ido viajar .
terça-feira, 30 de agosto de 2011
5° Capitulo - Virus mortal
Então paramos em lugar meio escuro e descemos. A Nataly abriu uma porta que tinha uns 25 cm de largura e mandou nos entrar. Antes de ela acender a luz o senhor falou.
-Muito obrigada moça! Meu nome é Antonio e o dela é Karol.
-De nada!
Minha mãe interrompeu.
-Nataly que lugar é este?
-O Marcelo Greoop monto esse lugar para nós ver as alterações nas nossas cobaias. É que no laboratório do hospital as cobais eram só ratos. Então ele bolou aqui para a gente aplicar o vírus nas outras cobaias e vê a alteração de perto.
-Corais?
-Sim, as corais. Aqui temos um monte de bichos que aplicamos o vírus. Acho que ta na hora de contar para vocês oque aconteceu.
Nataly andava de um lado para o outro, com cara de preocupação.
-Bom, eu e o Marcelo estávamos trabalhando em um vírus que podia ajudar a população. Como no laboratório do hospital só podíamos aplicar o vírus em ratos. Marcelo arrumou esse lugar aqui. Nós fizemos vários testes, com cachorros, gatos, macacos. Então eu comecei a vim pra cá fazer o vírus ficar perfeito para a humanidade, só que descobri que o vírus que eu e ele trabalhávamos era perigoso para a humanidade. Então arrumei aquele baú lá de casa e as coisas que eu peguei, pensando no que o poderia ocorrer. Hoje o Marcelo descobriu onde eu havia escondido o vírus e aplicou num enfermeiro do hospital. Tentei fugir do hospital mais com pouco de sacrifício consegui.
Minha mãe disse.
-Porque não nos contou?
-Não quis preocupa vocês.
-E adianto muito.
Eu disse.
-Mas a uma cura?
-Eu sei a cura, mais só falta um elemento para eu saber.
Bem nessa hora escutamos um estrondo, era o Marcelo ele havia estourado o portão com o carro. Ele entrou com dois homens enormes e agarram minha irmã. Tentamos impedir mais não conseguimos, eles eram fortes. Então Nataly gritando deixo cai um papel de seu bolso e pisco. Na hora aquilo foi uma piscada. Eles entraram no carro e saíram raspando pneu.
Minha mãe chorando disse.
-Muito obrigada moça! Meu nome é Antonio e o dela é Karol.
-De nada!
Minha mãe interrompeu.
-Nataly que lugar é este?
-O Marcelo Greoop monto esse lugar para nós ver as alterações nas nossas cobaias. É que no laboratório do hospital as cobais eram só ratos. Então ele bolou aqui para a gente aplicar o vírus nas outras cobaias e vê a alteração de perto.
-Corais?
-Sim, as corais. Aqui temos um monte de bichos que aplicamos o vírus. Acho que ta na hora de contar para vocês oque aconteceu.
Nataly andava de um lado para o outro, com cara de preocupação.
-Bom, eu e o Marcelo estávamos trabalhando em um vírus que podia ajudar a população. Como no laboratório do hospital só podíamos aplicar o vírus em ratos. Marcelo arrumou esse lugar aqui. Nós fizemos vários testes, com cachorros, gatos, macacos. Então eu comecei a vim pra cá fazer o vírus ficar perfeito para a humanidade, só que descobri que o vírus que eu e ele trabalhávamos era perigoso para a humanidade. Então arrumei aquele baú lá de casa e as coisas que eu peguei, pensando no que o poderia ocorrer. Hoje o Marcelo descobriu onde eu havia escondido o vírus e aplicou num enfermeiro do hospital. Tentei fugir do hospital mais com pouco de sacrifício consegui.
Minha mãe disse.
-Porque não nos contou?
-Não quis preocupa vocês.
-E adianto muito.
Eu disse.
-Mas a uma cura?
-Eu sei a cura, mais só falta um elemento para eu saber.
Bem nessa hora escutamos um estrondo, era o Marcelo ele havia estourado o portão com o carro. Ele entrou com dois homens enormes e agarram minha irmã. Tentamos impedir mais não conseguimos, eles eram fortes. Então Nataly gritando deixo cai um papel de seu bolso e pisco. Na hora aquilo foi uma piscada. Eles entraram no carro e saíram raspando pneu.
Minha mãe chorando disse.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
4° Capitulo - Vírus Mortal
Ela saiu e abriu seu carro que estava estacionado na casa do vizinho. Ela pego uma maleta enorme de um metro e alguma coisa e colocou sobre o colo da minha mãe no carro. Ela foi ate a cozinha correndo e pego sacos de lixo e fita adesiva e trouxe pro carro.
-Tampem as janelas com esses sacos e só deixe livre as que o Rodrigo vai precisa para ver e dirigir.
Vi ela correndo de novo, sua calça branca estava marrom de tanta poeira. Ela correu lá no fundo e volto carregando...
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Três garrafões de gasolina.
Perguntei pra ela.
-Nataly pra que isso?
-Gasolina oras.
-Explica direito pow.
-Não fica extressadinho não. É para abastecermos o carro, eu tinha isso guardado, mas depois explico.
Ela pego coloco os galões dentro do carro, que estava lotado mais havia lugar para mais duas pessoas. Então ela deu um grito.
-Eu não acredito, ia esquecer uma coisa muito importante. Vão tirando o carro, que eu já volto.
Tiramos o carro e logo ela saiu. Mas bem na hora que ela saiu estava vindo uma criança infectada. Eu ia avisar ela mais não precisei, pois a criança infectada escorregou na calçada da vizinha que estava recém lavada.
Minha mãe me disse.
-Sabia que aquela calçada escorregadia serviria para alguma coisa um dia.
Minha irmã entrou no carro e partimos sentido rua acima. Quando chegamos ao final da rua que dava para a avenida principal do centro a vista que vimos não foi nada boa.
Havia carros parados, uns buzinando, outros com portas abertas. Havia pessoas saindo correndo, gritando, infectados comendo pessoas no chão. Também tinha prédios em chamas, lojas saqueadas.
Não havia por onde passar. Viramos uma rua, mas não fomos longe. Havia mais carros. Então minha irmã disse para o Rodrigo.
-Rôh, vamos dar ré e entregar na Rua Augusta.
-Ok
Fomos de ré até a Rua Augusto, havia infectados tentando entrar no carro, mas logo desistiam, pois viam pessoas correndo e iam atrás deles. Então chegamos a Rua Augusta. Era uma rua bonitinha com casas cheias de flores. Mas viramos a rua e denovo demos com a rua lotada de carros. As pessoas estavão indo em direção ao centro. Rodrigo vira em uma rua que havia poucos carros e paramos. Perguntei.
-Oque houve?
-Guri, na nossa esquerda ta lotada de carros e na nossa direita tem um monte de infectados. Não sei oque fazer.
Então a Nataly disse.
-Estaciona o carro nesse terreno baldio e vamos comigo ate um lugar.
-Aonde?
-Num lugar que eu conheço muito bem.
Rodrigo parou o carro no terreno baldio. E disse protestando.
-Viu e se alguém passar, e quiser levar nosso carro.
Nataly respondeu com uma cara de que não tinha pensado nisso.
-Ta bom eu não pensei nisso, então pega e vai até aquela casa amarela ali, ta vendo?
-To.
Chegamos até lá e a Nataly disse.
-Fiquem ai, que eu vou abri o portão.
Ficamos parados tentando entender oque ela tava fazendo. A rua tava muito agitada. Ela pego um molho de chave e tentava procurar uma chave que dava pro cadeado, mas surgiu uma senhora infectada e estava indo em direção dela. Então o Rodrigo acelero e acerto a senhora em cheio, que caiu e não se mexeu. Nataly grito.
-Valeu!
-Foi nada!
Ela conseguiu abrir o portão e logo pediu pro Rodrigo entrar. Tinha uma rampa que dava para um lugar meio subterrâneo mais não muito. Quando a Nataly foi fechar o portão, apareceu uma jovem aparentando ter 17 anos e um senhor de uns 50 anos. O senhor disse para minha irmã.
-Moça nos ajude, por favor!
-Entrem.
Então paramos em lugar meio escuro e decemos. A Nataly abriu uma porta que tinha uns 25 cm de largura e mandou nos entrar. Antes de ela acender a luz o senhor falou.
-Muito obrigada moça! Meu nome é Antonio e o dela é Karol.
-De nada!
Minha mãe interrompeu.
-Nataly que lugar é este?
.......
DESCUPEM PELOS ERROS DE OTOGRAFIA, NÃO TIVE TEMPO DE CORRIGIR. AGRADEÇO POR ESTAR LENDO.
-Tampem as janelas com esses sacos e só deixe livre as que o Rodrigo vai precisa para ver e dirigir.
Vi ela correndo de novo, sua calça branca estava marrom de tanta poeira. Ela correu lá no fundo e volto carregando...
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Três garrafões de gasolina.
Perguntei pra ela.
-Nataly pra que isso?
-Gasolina oras.
-Explica direito pow.
-Não fica extressadinho não. É para abastecermos o carro, eu tinha isso guardado, mas depois explico.
Ela pego coloco os galões dentro do carro, que estava lotado mais havia lugar para mais duas pessoas. Então ela deu um grito.
-Eu não acredito, ia esquecer uma coisa muito importante. Vão tirando o carro, que eu já volto.
Tiramos o carro e logo ela saiu. Mas bem na hora que ela saiu estava vindo uma criança infectada. Eu ia avisar ela mais não precisei, pois a criança infectada escorregou na calçada da vizinha que estava recém lavada.
Minha mãe me disse.
-Sabia que aquela calçada escorregadia serviria para alguma coisa um dia.
Minha irmã entrou no carro e partimos sentido rua acima. Quando chegamos ao final da rua que dava para a avenida principal do centro a vista que vimos não foi nada boa.
Havia carros parados, uns buzinando, outros com portas abertas. Havia pessoas saindo correndo, gritando, infectados comendo pessoas no chão. Também tinha prédios em chamas, lojas saqueadas.
Não havia por onde passar. Viramos uma rua, mas não fomos longe. Havia mais carros. Então minha irmã disse para o Rodrigo.
-Rôh, vamos dar ré e entregar na Rua Augusta.
-Ok
Fomos de ré até a Rua Augusto, havia infectados tentando entrar no carro, mas logo desistiam, pois viam pessoas correndo e iam atrás deles. Então chegamos a Rua Augusta. Era uma rua bonitinha com casas cheias de flores. Mas viramos a rua e denovo demos com a rua lotada de carros. As pessoas estavão indo em direção ao centro. Rodrigo vira em uma rua que havia poucos carros e paramos. Perguntei.
-Oque houve?
-Guri, na nossa esquerda ta lotada de carros e na nossa direita tem um monte de infectados. Não sei oque fazer.
Então a Nataly disse.
-Estaciona o carro nesse terreno baldio e vamos comigo ate um lugar.
-Aonde?
-Num lugar que eu conheço muito bem.
Rodrigo parou o carro no terreno baldio. E disse protestando.
-Viu e se alguém passar, e quiser levar nosso carro.
Nataly respondeu com uma cara de que não tinha pensado nisso.
-Ta bom eu não pensei nisso, então pega e vai até aquela casa amarela ali, ta vendo?
-To.
Chegamos até lá e a Nataly disse.
-Fiquem ai, que eu vou abri o portão.
Ficamos parados tentando entender oque ela tava fazendo. A rua tava muito agitada. Ela pego um molho de chave e tentava procurar uma chave que dava pro cadeado, mas surgiu uma senhora infectada e estava indo em direção dela. Então o Rodrigo acelero e acerto a senhora em cheio, que caiu e não se mexeu. Nataly grito.
-Valeu!
-Foi nada!
Ela conseguiu abrir o portão e logo pediu pro Rodrigo entrar. Tinha uma rampa que dava para um lugar meio subterrâneo mais não muito. Quando a Nataly foi fechar o portão, apareceu uma jovem aparentando ter 17 anos e um senhor de uns 50 anos. O senhor disse para minha irmã.
-Moça nos ajude, por favor!
-Entrem.
Então paramos em lugar meio escuro e decemos. A Nataly abriu uma porta que tinha uns 25 cm de largura e mandou nos entrar. Antes de ela acender a luz o senhor falou.
-Muito obrigada moça! Meu nome é Antonio e o dela é Karol.
-De nada!
Minha mãe interrompeu.
-Nataly que lugar é este?
.......
DESCUPEM PELOS ERROS DE OTOGRAFIA, NÃO TIVE TEMPO DE CORRIGIR. AGRADEÇO POR ESTAR LENDO.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
3° Capitulo : Virus Mortal
Eu pensava comigo mesmo. CONVERSEI TANTO COM MINHA IRMÃ QUE NEM FIZ MAIS PERGUNTAS. SERÁ QUE ELA ESTA BEM? OBRIGADO JESUS!
Quando me dei conta estava sozinho na sala, então desliguei a TV e fiquei vigiando minha mãe arrumando as coisas. Ela parecia aflita.
Fui fala com Rodrigo em particular...
-Rodrigo, venha aqui!
-Fala Felipe.
-Rôh, você quer ir ver se sua família esta bem?
-Nem tem como Felipe. Minha família mora em Porto Alegre. Vim para a cidade para estudar.
-Você pelo menos quer ligar para eles?
-Sim.
Rodrigo pego o telefone e tento fala com sua família. Apesar do sinal estar fraco ele conseguiu fala poucas coisas com a mãe dele que tinha atendido o telefone.
-Oi mãe,
-Oi filho.
-Mãe, aqui em São Paulo está tendo um vírus de nível 4. Logo isso deve chegar até ai.
-É perigoso?
-Muito. Sabe aqueles filmes de zumbis que passava na TV?
-Sei.
-Então, ta igual. Olha liguei para te pedir para pegar todas as coisas importantes daí de casa, e ir no super mercado e faze um compra bem grande.
-Ta, eu arrumo e faço as compras.
-Mas vá primeiro para o super mercado.
-Ta, mas e depois oque eu faço?
-Ai você, o pai e a Ana vão para a nossa fazenda e fiquem lá que eu vô pra lá. Pode ser?
-Pode sim meu filho. Mais tome cuidado. Vô ta te esperando. Beijos te amo!
-Pode deixar também te amo.
Rodrigo olho para mim e me disse.
-Felipe não é fácil mais precisamos criar um plano. Bom vamos comigo no mercado da frente pegar algumas coisas?
-A Nataly pediu para ficarmos esperando, mas vais era necessário.
Saímos pé por pé para minha mãe não perceber. Dava para escutar gritos pela rua lá de cima. Aquilo ainda não havia chegado perto de casa, então eu e Rodrigo fechamos o portão. Por sorte nossa o mercado que havia em frente de casa estava aberto mais sem ninguém. Acho que o dono saiu correndo depois que viu o noticiário. Pegamos sacos de lixo e lotamos de mercadoria. Voltamos em casa. Minha mãe estava parada com cara de pavor. Então ela me disse meia brava.
-Felipe onde vocês foram?
-Calma mãe, vomos pegar alimentos no mercado da frente.
-Voces não deveriam ter saído, e se por acaso umas daquelas coisas te pegassem?
-A infectação não chegou aqui em baixo mãe, nossa sorte é que o centro é lá em cima, perto do hospital.
Colocamos tudo no porta malas do carro. Fico totalmente lotado. Eu pedi para minha mãe ir no banheiro me esperar por lá, então comecei a falar com o Rodrigo.
-Que fazenda é aquela que VCP falou para sua mãe ir?
-Minha família tem uma fazenda perto do Amazonas. Eu estava pensando em irmos para lá quando a Nataly chegar. Lá é bem grande, tem bastante quartos, criação de animais e pomar de frutas e horta.
-Bom acho melhor mesmo irmos num lugar assim, mais é perto da cidade?
-Não, é bem isolado da cidade, fica quase num morro, é praticamente dentro da floresta, e tem muros de mais de 2 metros de altura.
-Bom vamos esperar a Nataly chegar então.
Eu e Rodrigo fomos ao banheiro esperar a Nataly chegar, quando o telefone começo a tocar.
Atendi e era a Nataly.
-Alô?
-Feh, sou eu, eu to quase chegando, fica no portão para abrir para mim.
-Ta bom.
Corri abri o portão. E vi a Nataly virando a esquina com o carro dela. Ela parou e entro em casa. Ela me deu um abraço e falo.
-Como é bom estar em casa!
-Nah, nos vai para a fazenda da família do Rodrigo que fica perto do Amazonas.
-É melhor mesmo. Mais antes vou pegar umas coisas, venha comigo.
Nataly foi até o quarto do fundo da nossa casa e abriu um baú enorme que tinha lá. Mas eu nunca sabia oque era, pois ela trancava ele com um cadeado. Lá dentro havia quatro pistolas e muitas munições em uma bolsa, havia também uma espada e um taco. Ela tiro de lá e me mostrou como se fosse normal.
-Toma escolha uma arma dessa e segura ai.
-Nataly você planejo tudo isso. Então você esta envolvida com isso?
-Lógico que eu não planejei isso daqui eu tenho guardado há anos para proteger a casa, sei lá porque mais eu me sentia mais segura. Depois eu te conto oque aconteceu direito, mas agora vamos.
Entramos em casa e minha mãe abraço minha irmã e tento sabe oque tava acontecendo e se ela tava envolvida nisso mais a Nataly não quis explicar naquela hora. Pegamos e repartimos as armas e entramos no carro, mas antes Nataly disse.
-Fiquem no carro que eu já volto vô no meu carro pegar uma coisa.
Ela saiu e abriu seu carro que estava estacionado na casa do vizinho. Ela pego uma maleta enorme de um metro e alguma coisa e colocou sobre o colo da minha mãe no carro. Ela foi ate a cozinha correndo e pego sacos de lixo e fita adesiva e trouxe pro carro.
-Tampem as janelas com esses sacos e só deixem livre as que o Rodrigo vai precisa para ver e dirigir.
Vi ela correndo de novo, sua calça branca estava marrom de tanta poeira. Ela correu lá no fundo e volto carregando...
Quando me dei conta estava sozinho na sala, então desliguei a TV e fiquei vigiando minha mãe arrumando as coisas. Ela parecia aflita.
Fui fala com Rodrigo em particular...
-Rodrigo, venha aqui!
-Fala Felipe.
-Rôh, você quer ir ver se sua família esta bem?
-Nem tem como Felipe. Minha família mora em Porto Alegre. Vim para a cidade para estudar.
-Você pelo menos quer ligar para eles?
-Sim.
Rodrigo pego o telefone e tento fala com sua família. Apesar do sinal estar fraco ele conseguiu fala poucas coisas com a mãe dele que tinha atendido o telefone.
-Oi mãe,
-Oi filho.
-Mãe, aqui em São Paulo está tendo um vírus de nível 4. Logo isso deve chegar até ai.
-É perigoso?
-Muito. Sabe aqueles filmes de zumbis que passava na TV?
-Sei.
-Então, ta igual. Olha liguei para te pedir para pegar todas as coisas importantes daí de casa, e ir no super mercado e faze um compra bem grande.
-Ta, eu arrumo e faço as compras.
-Mas vá primeiro para o super mercado.
-Ta, mas e depois oque eu faço?
-Ai você, o pai e a Ana vão para a nossa fazenda e fiquem lá que eu vô pra lá. Pode ser?
-Pode sim meu filho. Mais tome cuidado. Vô ta te esperando. Beijos te amo!
-Pode deixar também te amo.
Rodrigo olho para mim e me disse.
-Felipe não é fácil mais precisamos criar um plano. Bom vamos comigo no mercado da frente pegar algumas coisas?
-A Nataly pediu para ficarmos esperando, mas vais era necessário.
Saímos pé por pé para minha mãe não perceber. Dava para escutar gritos pela rua lá de cima. Aquilo ainda não havia chegado perto de casa, então eu e Rodrigo fechamos o portão. Por sorte nossa o mercado que havia em frente de casa estava aberto mais sem ninguém. Acho que o dono saiu correndo depois que viu o noticiário. Pegamos sacos de lixo e lotamos de mercadoria. Voltamos em casa. Minha mãe estava parada com cara de pavor. Então ela me disse meia brava.
-Felipe onde vocês foram?
-Calma mãe, vomos pegar alimentos no mercado da frente.
-Voces não deveriam ter saído, e se por acaso umas daquelas coisas te pegassem?
-A infectação não chegou aqui em baixo mãe, nossa sorte é que o centro é lá em cima, perto do hospital.
Colocamos tudo no porta malas do carro. Fico totalmente lotado. Eu pedi para minha mãe ir no banheiro me esperar por lá, então comecei a falar com o Rodrigo.
-Que fazenda é aquela que VCP falou para sua mãe ir?
-Minha família tem uma fazenda perto do Amazonas. Eu estava pensando em irmos para lá quando a Nataly chegar. Lá é bem grande, tem bastante quartos, criação de animais e pomar de frutas e horta.
-Bom acho melhor mesmo irmos num lugar assim, mais é perto da cidade?
-Não, é bem isolado da cidade, fica quase num morro, é praticamente dentro da floresta, e tem muros de mais de 2 metros de altura.
-Bom vamos esperar a Nataly chegar então.
Eu e Rodrigo fomos ao banheiro esperar a Nataly chegar, quando o telefone começo a tocar.
Atendi e era a Nataly.
-Alô?
-Feh, sou eu, eu to quase chegando, fica no portão para abrir para mim.
-Ta bom.
Corri abri o portão. E vi a Nataly virando a esquina com o carro dela. Ela parou e entro em casa. Ela me deu um abraço e falo.
-Como é bom estar em casa!
-Nah, nos vai para a fazenda da família do Rodrigo que fica perto do Amazonas.
-É melhor mesmo. Mais antes vou pegar umas coisas, venha comigo.
Nataly foi até o quarto do fundo da nossa casa e abriu um baú enorme que tinha lá. Mas eu nunca sabia oque era, pois ela trancava ele com um cadeado. Lá dentro havia quatro pistolas e muitas munições em uma bolsa, havia também uma espada e um taco. Ela tiro de lá e me mostrou como se fosse normal.
-Toma escolha uma arma dessa e segura ai.
-Nataly você planejo tudo isso. Então você esta envolvida com isso?
-Lógico que eu não planejei isso daqui eu tenho guardado há anos para proteger a casa, sei lá porque mais eu me sentia mais segura. Depois eu te conto oque aconteceu direito, mas agora vamos.
Entramos em casa e minha mãe abraço minha irmã e tento sabe oque tava acontecendo e se ela tava envolvida nisso mais a Nataly não quis explicar naquela hora. Pegamos e repartimos as armas e entramos no carro, mas antes Nataly disse.
-Fiquem no carro que eu já volto vô no meu carro pegar uma coisa.
Ela saiu e abriu seu carro que estava estacionado na casa do vizinho. Ela pego uma maleta enorme de um metro e alguma coisa e colocou sobre o colo da minha mãe no carro. Ela foi ate a cozinha correndo e pego sacos de lixo e fita adesiva e trouxe pro carro.
-Tampem as janelas com esses sacos e só deixem livre as que o Rodrigo vai precisa para ver e dirigir.
Vi ela correndo de novo, sua calça branca estava marrom de tanta poeira. Ela correu lá no fundo e volto carregando...
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