terça-feira, 23 de agosto de 2011

3° Capitulo : Virus Mortal

Eu pensava comigo mesmo. CONVERSEI TANTO COM MINHA IRMÃ QUE NEM FIZ MAIS PERGUNTAS. SERÁ QUE ELA ESTA BEM? OBRIGADO JESUS!
Quando me dei conta estava sozinho na sala, então desliguei a TV e fiquei vigiando minha mãe arrumando as coisas. Ela parecia aflita.

Fui fala com Rodrigo em particular...




-Rodrigo, venha aqui!

-Fala Felipe.

-Rôh, você quer ir ver se sua família esta bem?

-Nem tem como Felipe. Minha família mora em Porto Alegre. Vim para a cidade para estudar.

-Você pelo menos quer ligar para eles?

-Sim.

Rodrigo pego o telefone e tento fala com sua família. Apesar do sinal estar fraco ele conseguiu fala poucas coisas com a mãe dele que tinha atendido o telefone.

-Oi mãe,

-Oi filho.

-Mãe, aqui em São Paulo está tendo um vírus de nível 4. Logo isso deve chegar até ai.

-É perigoso?

-Muito. Sabe aqueles filmes de zumbis que passava na TV?

-Sei.

-Então, ta igual. Olha liguei para te pedir para pegar todas as coisas importantes daí de casa, e ir no super mercado e faze um compra bem grande.

-Ta, eu arrumo e faço as compras.

-Mas vá primeiro para o super mercado.

-Ta, mas e depois oque eu faço?

-Ai você, o pai e a Ana vão para a nossa fazenda e fiquem lá que eu vô pra lá. Pode ser?

-Pode sim meu filho. Mais tome cuidado. Vô ta te esperando. Beijos te amo!

-Pode deixar também te amo.

Rodrigo olho para mim e me disse.

-Felipe não é fácil mais precisamos criar um plano. Bom vamos comigo no mercado da frente pegar algumas coisas?

-A Nataly pediu para ficarmos esperando, mas vais era necessário.

Saímos pé por pé para minha mãe não perceber. Dava para escutar gritos pela rua lá de cima. Aquilo ainda não havia chegado perto de casa, então eu e Rodrigo fechamos o portão. Por sorte nossa o mercado que havia em frente de casa estava aberto mais sem ninguém. Acho que o dono saiu correndo depois que viu o noticiário. Pegamos sacos de lixo e lotamos de mercadoria. Voltamos em casa. Minha mãe estava parada com cara de pavor. Então ela me disse meia brava.

-Felipe onde vocês foram?

-Calma mãe, vomos pegar alimentos no mercado da frente.

-Voces não deveriam ter saído, e se por acaso umas daquelas coisas te pegassem?

-A infectação não chegou aqui em baixo mãe, nossa sorte é que o centro é lá em cima, perto do hospital.

Colocamos tudo no porta malas do carro. Fico totalmente lotado. Eu pedi para minha mãe ir no banheiro me esperar por lá, então comecei a falar com o Rodrigo.

-Que fazenda é aquela que VCP falou para sua mãe ir?

-Minha família tem uma fazenda perto do Amazonas. Eu estava pensando em irmos para lá quando a Nataly chegar. Lá é bem grande, tem bastante quartos, criação de animais e pomar de frutas e horta.

-Bom acho melhor mesmo irmos num lugar assim, mais é perto da cidade?

-Não, é bem isolado da cidade, fica quase num morro, é praticamente dentro da floresta, e tem muros de mais de 2 metros de altura.

-Bom vamos esperar a Nataly chegar então.

Eu e Rodrigo fomos ao banheiro esperar a Nataly chegar, quando o telefone começo a tocar.

Atendi e era a Nataly.

-Alô?

-Feh, sou eu, eu to quase chegando, fica no portão para abrir para mim.

-Ta bom.

Corri abri o portão. E vi a Nataly virando a esquina com o carro dela. Ela parou e entro em casa. Ela me deu um abraço e falo.

-Como é bom estar em casa!

-Nah, nos vai para a fazenda da família do Rodrigo que fica perto do Amazonas.

-É melhor mesmo. Mais antes vou pegar umas coisas, venha comigo.

Nataly foi até o quarto do fundo da nossa casa e abriu um baú enorme que tinha lá. Mas eu nunca sabia oque era, pois ela trancava ele com um cadeado. Lá dentro havia quatro pistolas e muitas munições em uma bolsa, havia também uma espada e um taco. Ela tiro de lá e me mostrou como se fosse normal.

-Toma escolha uma arma dessa e segura ai.

-Nataly você planejo tudo isso. Então você esta envolvida com isso?

-Lógico que eu não planejei isso daqui eu tenho guardado há anos para proteger a casa, sei lá porque mais eu me sentia mais segura. Depois eu te conto oque aconteceu direito, mas agora vamos.

Entramos em casa e minha mãe abraço minha irmã e tento sabe oque tava acontecendo e se ela tava envolvida nisso mais a Nataly não quis explicar naquela hora. Pegamos e repartimos as armas e entramos no carro, mas antes Nataly disse.

-Fiquem no carro que eu já volto vô no meu carro pegar uma coisa.

Ela saiu e abriu seu carro que estava estacionado na casa do vizinho. Ela pego uma maleta enorme de um metro e alguma coisa e colocou sobre o colo da minha mãe no carro. Ela foi ate a cozinha correndo e pego sacos de lixo e fita adesiva e trouxe pro carro.

-Tampem as janelas com esses sacos e só deixem livre as que o Rodrigo vai precisa para ver e dirigir.

Vi ela correndo de novo, sua calça branca estava marrom de tanta poeira. Ela correu lá no fundo e volto carregando...

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